Curva de óbitos desacelera em Salvador e colapso previsto para esta semana pode não acontecer, diz Leo Prates

Foto: Reprodução/ Facebook

O secretário  municipalde Saúde, Leo Prates (PDT), anunciou, e comemorou, a desaceleração da curva de óbitos por coronavírus em Salvador. Na manhã desta segunda-feira (11) Prates explicou que a boa notícia é resultado do trabalho e da parceria com o governo do estado. Em entrevista à Tv Bahia ele afirmou que o colapso no sistema de saúde, previsto para acontecer nesta semana, talvez não seja realidade.

“Nós começamos a semana com uma boa notícia: houve uma desaceleração da curva de óbitos na nossa cidade, o que nos deixou bastante feliz. Conversei com o secretário Fábio [Vilas Boas, estadual da Saúde] e com a subsecretária Tereza. Provavelmente não teremos o colapso no sistema de saúde nesta semana”, afirmou.
O secretario afirmou que a taxa de contaminação por Covid-19 em Salvador está em 8%, número baixo, mas um pouco acima do ideal.
“A nossa expectativa é que a gente tenha mais uma semana de tranquilidade, pedindo a colaboração das pessoas. O ideal é que a nossa curva de aceleração seja em torno de 6% pra gente passar bem por toda essa crise do coronavírus”, continuou Leo.
“Tudo que estamos fazendo é para que o cidadão tenha direito a lutar por sua vida. Ou seja, que o sistema de saúde possa oferecer, à aqueles que agravam, o respirador, o leito de UTI. Conseguiremos salvar todo mundo? Não, não somos Deus. Mas tenho certeza que com essa parceria com o governo do estado nós vamos salvar o máximo de vidas possível”.
Ele lamentou, no entanto, que o sucesso da Saúde em Salvador e na Bahia, esteja passando a impressão a alguns desacreditados de que o coronavírus não é algo que precisa de atenção.
“As pessoas não estão vendo em Salvador cenas como as de Manaus, Fortaleza, corpos sendo enterrados em valas, que é uma coisa mais indigna que pode acontecer. Não está havendo pessoas morrendo em quantidade e tendo que ficar nos corredores dos hospitais, Upas. Está descartado que isso possa acontecer em Salvador e na Bahia? Não. Quer dizer que estamos fazendo a nossa parte e precisamos da população para que isto venha acontecer em Salvador”, concluiu Prates.
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