Guerra entre Rússia e Ucrânia completa um mês; veja como eram os locais destruídos pelos bombardeios

Foto: Reprodução

 Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente russo Vladimir Putin anunciou uma "operação militar" em território ucraniano. Um mês depois, a operação continua, agora com status de "guerra" ou "invasão". Nesta quinta-feira (24), ainda não há sinal de grandes avanços nas negociações para o fim da guerra. Diferente do que muitos esperavam, a superioridade armamentista de Moscou não foi suficiente para dominar a Ucrânia de forma rápida.

Até o momento, a guerra já gerou mais de 3,6 milhões de refugiados ucranianos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, há a estimativa de que mais de 900 civis morreram durante os ataques, e a ONU ainda alerta que este número pode ser maior.

Nesta quinta, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) está reunida para uma cúpula extraordinária, que tem como pauta os próximos passos do Ocidente em relação à guerra. A Otan deve propor em conjunto o envio de tropas adicionais para quatro países do Leste Europeu.

A organização, no entanto, não deve enviar soldados ou aviões à Ucrânia, postura que tem sido adotada desde o início do conflito. A decisão por não ajudar diretamente a Ucrânia se deu pelo fato do país não integrar a aliança, e ser apenas um apoiador da Otan. A organização teme que uma intervenção no conflito pode gerar uma guerra mundial.

Também nesta quinta-feira, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou ter destruído um grande navio de guerra russo.

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