'Depredações e invasões de prédios públicos fogem à regra', diz ex-presidente Bolsonaro

 Ex-presidente falou sobre atos criminosos que invadiram a sede dos três poderes em Brasília.

Foto: Reprodução/Google

Direito dos Estados Unidos, onde está desde o dia 30 de dezembro de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), falou sobre os atos criminosos que invadiram a sede dos três poderes em Brasília: Congresso Federal, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal. O pronunciamento do político aconteceu seis horas após os ataques. 

"Manifestações pacíficas, na forma da lei, fazem parte da democracia. Contudo, depredações e invasões de prédios públicos como ocorridos no dia de hoje, assim como os praticados pela esquerda em 2013 e 2017, fogem à regra. Ao longo do meu mandato, sempre estive dentro das quatro linhas da Constituição respeitando e defendendo as leis, a democracia, a transparência e a nossa sagrada liberdade. No mais, repudio as acusações, sem provas, a mim atribuídas por parte do atual chefe do executivo do Brasil.", escreveu Bolsonaro em sua página do Twitter referindo-se à fala do presidente Lula de que ele estaria incentivando os atos. 

Imagem: Reprodução/TwitterJB


Atos terroristas vandalizaram instituições

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) classificaram como “terroristas” os bolsonaristas que, insatisfeitos com o resultado das eleições presidenciais, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes ontem (8) em Brasília.

A presidente da corte, Rosa Weber, divulgou uma nota na qual garante que o STF atuará “para que os terroristas que participaram desses atos sejam devidamente julgados e exemplarmente punidos e que o prédio histórico será reconstruído”. “A Suprema Corte não se deixará intimidar por atos criminosos e de delinquentes infensos ao estado democrático de direito”, acrescentou.

Em sua conta no Twitter, o ministro Alexandre de Moraes disse que “os desprezíveis ataques terroristas à Democracia e às Instituições Republicanas serão responsabilizados, assim como os financiadores, instigadores, anteriores e atuais agentes públicos que continuam na ilícita conduta dos atos antidemocráticos. O Judiciário não faltará ao Brasil”.

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